Greve geral de 24 horas mobiliza setores públicos e privados; transporte fica fora do bloqueio

Greve geral de 24h mobiliza setores públicos e privados; transportes excluídos. Milhares em Roma protestam contra o ddl sul consenso.

Greve geral de 24 horas mobiliza setores públicos e privados; transporte fica fora do bloqueio

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Greve geral de 24 horas mobiliza setores públicos e privados; transporte fica fora do bloqueio

Por Giulliano Martini — Apuração in loco e cruzamento de fontes. Está em curso hoje um sciopero generale nacional de 24 horas convocado por siglas do sindicalismo di base que deve afetar amplos setores do serviço público e privado, com impacto previsto sobretudo em **scuola**, **università**, **sanità** e **servizi amministrativi**.

A mobilização, segundo as proclamações registradas nas autoridades competentes, foi lançada por Slai Cobas, Unione Sindacale Italiana (Usi 1912), Unione Sindacale di Base (Usb) e Clap. As reivindicações são centradas em salários, condições de trabalho, combate à precariedade e políticas sociais. A essas convocações soma-se a adesão restrita da Flc Cgil para os setores da conoscenza, em consonância com a Giornata internazionale dei diritti delle donne.

Fontes oficiais e a Commissione di garanzia sobre greves em serviços públicos essenciais enfatizam que o setor de trasporti foi excluído da paralisação: transporte ferroviário, aéreo, marítimo e transporte público local não estão alcançados pelas declarações, portanto treni, autobus, metropolitane, traghetti e voli devem circular regularmente.

O Corpo nazionale dei vigili del fuoco anunciou adesão parcial: a astensione está prevista apenas entre as 9h e 13h, de acordo com as modalidades fixadas pela Comissão para serviços de emergência. Já as declarações de paralisação abrangem trabalhadores com contratos precários e atípicos, estendendo o risco de repercussões a pesquisa, Afam, formação profissional e gabinetes da administração pública.

Na capital, milhares de manifestantes, em sua maioria jovens, concentram-se no sit-in transfeminista em Piazzale Ostiense, onde os organizadores afirmaram ao megafone: "Hoje não è un buongiorno", frase dirigida ao contexto político do dia. A mobilização manifestou forte contrariedade ao projeto de lei sobre o ddl sul consenso, modificado e vinculado ao nome da senadora Giulia Bongiorno, alvo de críticas da oposição.

Após intervenções de associazioni e testemunhos variados, o cortejo partiu de via Marmora em direção ao Ministério da Educação e do Mérito, em Viale Trastevere. Os manifestantes alcançaram o Ponte Sublicio, onde foi pendurado um largo faixa com a inscrição "Anti War - Feminist resistance", recebida com aplausos e cânticos. Também foi hasteada uma bandeira da Palestina.

O percurso seguiu de forma ordenada, com bandeiras e cartazes e slogans contrários ao projeto de lei. No trajeto, a canção "Che fastidio", de Ditonellapiaga, foi retransmitida pelos alto-falantes e entoada pelos presentes. Relatos de pontos de concentração e itinerários foram verificados com as forças de segurança e as fontes sindicais para confirmar o andamento sem incidentes maiores até o fechamento desta edição.

Resumo técnico: paralisação nacional de 24 horas convocada por organizações de base; exclusão formal do setor de transportes pela Commissione di garanzia; adesão parcial dos bombeiros (9h–13h); forte presença juvenil e transfeminista em Roma, com protestos focalizados no ddl sul consenso e em críticas à atuação da senadora Giulia Bongiorno. A apuração prossegue para monitorar desdobramentos e possíveis repercussões nos serviços públicos afetados.