Ciao, viajante — se seus planos incluem a magia do réveillon, leia com calma e um gole de espumante: o tribunal arbitral determinou que deverão ser assegurados serviços mínimos nos aeroportos portugueses durante a greve convocada para 31 de dezembro e 1 de Janeiro pela SITAVA e pelo STHAA.
Segundo a agência Lusa, a decisão obriga à manutenção da assistência em escala para voos de Estado, militares, de emergência, humanitários e de socorro, além das operações indispensáveis à segurança de pessoas, aeronaves e instalações. Em outras palavras: a luz dourada da viagem continuará a brilhar onde for essencial.
O acórdão prevê também que pelo menos um voo para cada ligação às regiões autónomas seja garantido e que “outras operações consideradas essenciais, nos termos da legislação laboral aplicável”, sejam igualmente cobertas pelos serviços mínimos. Um equilíbrio cuidadoso entre o direito à greve e a salvaguarda do interesse público — um verdadeiro exercício de hospitalidade sofisticada em tempos de tensão.
A paralisação foi anunciada devido à incerteza sobre o futuro profissional de milhares de trabalhadores da antiga Groundforce, hoje SPdH/Menzies. O conflito tem origem no concurso para a atribuição de licenças de assistência em escala: um relatório preliminar da ANAC coloca em primeiro lugar o consórcio Clece/South no processo.
O Governo já prorrogou as licenças até maio de 2026, mas os sindicatos exigem garantias escritas de manutenção de postos de trabalho. Dos cerca de 3.700 trabalhadores da SPdH/Menzies, aproximadamente 2.000 serão diretamente abrangidos pelo concurso — um número que traduz a urgência humana por trás das negociações.
Para quem vai embarcar nesses dias, a recomendação é simples: mantenha-se informado, confirme o seu voo com a companhia aérea e prepare-se para eventuais alterações. Há, contudo, um fio de tranquilidade: o tribunal assegura operações vitais, como voos de emergência e as ligações às regiões autónomas.
Como uma amiga ítalo-brasileira a sussurrar segredos sobre a cidade, deixo aqui um gesto de conforto: leve tempo extra, respire fundo — Dolce Far Niente — e permita-se saborear a pequena aventura que é lidar com imprevistos. Andiamo com confiança, mas com um plano B na manga.
Se precisar, posso ajudar a transformar esse plano em ação: sugestões de hotéis perto do aeroporto, alternativas de transporte ou como reclamar seus direitos em caso de cancelamento. Buon viaggio e um felice Ano Novo, com segurança e poesia na bagagem.






















