O Cipess — Comitê Interministerial para a Programação Econômica e o Desenvolvimento Sustentável — aprovou hoje, em reunião no Palazzo Chigi, o repasse às Regiões e às Províncias Autónomas das verbas destinadas ao Serviço Sanitário Nacional para o ano de 2025. O total destinado é de 136,5 bilhões de euros, uma cifra que respira como uma promessa de cuidado renovado para os territórios.
Ao final da sessão, os subsecretários Marcello Gemmato e Alessandro Morelli apresentaram os números em conferência de imprensa. Gemmato sublinhou que 2025 confirma o crescimento significativo das dotações iniciado pelo Governo Meloni. “Tivemos no ano passado o aumento mais alto de sempre, e com a Lei de Orçamento de 2026 iremos ainda além, alcançando os 143 bilhões de euros“, afirmou.
Para quem observa o cotidiano da saúde pública como a respiração de uma cidade, esses números representam mais do que valores em balanço: são o sopro que sustenta hospitais, unidades territoriais e a rede de cuidados. Gemmato ressaltou que o investimento é a confirmação da vontade política de consolidar e relançar a saúde pública como pilar de coesão social e proteção do direito à saúde. Segundo ele, um Governo estável permite planear recursos e intervenções com visão de longo prazo.
A distribuição aprovada pelo Cipess determina como os recursos de 2025 serão alocados entre as diversas realidades regionais, reconhecendo especificidades locais e necessidades diferenciadas. A decisão reforça o princípio de que a saúde deve fluir conforme as estações e as raízes de cada comunidade: áreas urbanas e rurais, ilhas e planícies receberão verbas em função de critérios que espelham essa diversidade.
Alessandro Morelli, responsável na delegação do Cipess, acompanhou a apresentação técnica e política do ato, destacando a coordenação entre ministérios e a atenção à sustentabilidade financeira do Sistema. A mensagem política foi clara: investir em saúde pública é investir em bem-estar coletivo e na resiliência do país frente aos desafios demográficos e às necessidades emergentes.
Do ponto de vista prático, a alocação permitirá reforços em serviços hospitalares, atenção primária, saúde territorial e programas de prevenção. Para o cidadão, é uma promessa de cuidado mais presente, como uma paisagem que floresce depois de uma estação dura, fruto de uma programação que quer colher resultados no médio e longo prazo.
Em resumo, o Fundo Sanitário 2025 aprovado pelo Cipess — 136,5 bilhões de euros destinados ao Sistema — sinaliza não só um aumento orçamentário, mas uma escolha de política pública: consolidar a saúde pública como elemento de coesão social e garantir que o direito à saúde encontre, nas Regiões e Províncias Autônomas, os recursos para se transformar em serviços tangíveis.






















