O ano de 2025 foi marcado por uma sequência de perdas que abalaram o mundo das artes, da política, da religião, do esporte e da cultura. Entre as figuras que nos deixaram, algumas tiveram impacto global imediato, transformando debates públicos e sendo lembradas por legados contraditórios e memoráveis.
Um dos episódios mais sentidos foi a morte de Papa Francisco (17 dezembro 1936 – 21 abril 2025). O pontífice faleceu no dia de Pasquetta após uma série de internações durante o ano jubilar, deixando uma marca profunda não apenas entre os fiéis, mas também no âmbito político e institucional. Sua passagem provocou reflexões sobre o futuro da Igreja e sobre as mudanças que impulsionou ao longo de seu pontificado.
No campo do cinema, o ano cobrou nomes que fizeram história. Em janeiro, partiu o cineasta e roteirista visionário David Lynch (20 janeiro 1946 – 16 janeiro 2025), cuja obra influenciou gerações com sua estética perturbadora e original. Ainda no universo hollywoodiano, morreu Gene Hackman (30 janeiro 1930 – 18 fevereiro 2025), lembrado como um dos grandes ‘mauzões’ da tela — sua morte ocorreu em circunstâncias trágicas na residência onde vivia no Novo México, fato que chocou a comunidade.
Outro nome que entrou na pauta das grandes tragédias do ano foi o do diretor Rob Reiner (6 março 1947 – 14 dezembro 2025): segundo relatos, Reiner e sua esposa foram vítimas de um homicídio em casa, com acusações envolvendo um dos filhos. O caso mobilizou as autoridades e provocou intenso debate público sobre violência familiar e saúde mental.
Fechando a lista de despedidas que mobilizaram a opinião pública, a atriz e ativista francesa Brigitte Bardot (28 setembro 1934 – 28 dezembro 2025) faleceu pouco antes do final do ano, adicionando uma nota melancólica ao encerramento de 2025. Bardot deixou um legado artístico significativo e uma trajetória marcada por controvérsias públicas.
Além desses nomes de grande destaque, 2025 registrou perdas em esportes, moda, música e cultura popular. Cada partida reavivou memórias de carreiras, debates sobre responsabilidade pública das celebridades e legado institucional. As mortes deste ano renovaram questionamentos sobre como a sociedade recorda figuras públicas e como suas obras e ações são reavaliadas pelo tempo.
O balanço anual demonstra que 2025 será lembrado não apenas pelas personalidades que se foram, mas também pelas discussões que essas mortes suscitaram em torno de ética, memória histórica e impacto cultural. Em muitas ocasiões, os eventos que envolveram essas despedidas resultaram em investigações, debates midiáticos e manifestações públicas que testaram estruturas sociais e institucionais.
































