Na manhã de quarta-feira, uma mulher se apresentou numa escola infantil do bairro Monteverde, em Roma, apresentando‑se como babysitter e solicitando a entrega de uma menina de 3 anos. O pedido foi recusado pelos profissionais da instituição, que, por suspeitarem da situação, acionaram imediatamente os responsáveis pela criança.
Os professores e a direção da escola contataram os pais, que confirmaram não ter autorizado ninguém a buscar a filha. Com a negativa dos pais, foi acionado o número de emergência 112; quando a polícia foi alertada, a mulher já havia deixado o local.
Os pais da criança registraram denúncia formal e as autoridades policiais abriram investigação para identificar a mulher e apurar as motivações do episódio. Fontes oficiais informam que houve mobilização das forças de segurança e que os procedimentos de investigação seguem para localizar eventuais testemunhas e imagens que possam esclarecer o episódio.
A administração escolar recebeu orientações para reforçar os protocolos de retirada de alunos. Segundo as informações levantadas, os dirigentes das escolas da rede foram sensibilizados para redobrar a atenção quanto às delegas e à conferência documental de quem se apresenta para retirar crianças, especialmente as matriculadas nas creches e nas turmas da escola infantil, cujo retorno às famílias exige comprovação de autorização.
O caso também motivou manifestação do ministro da Educação, Giuseppe Valditara, que saudou a prontidão e o senso de responsabilidade demonstrados pelas profissionais da escola Oberdan. Em nota, o ministro lembrou que a legislação vigente proíbe a saída autônoma de crianças desta faixa etária e reforçou que elas devem ser sempre entregues aos pais ou a pessoa expressamente autorizada. Valditara pediu ainda que seja feita a identificação dos responsáveis pelo grave ato e que sejam apuradas as suas motivações.
Do ponto de vista técnico, o episódio destaca dois pontos centrais da prevenção em ambiente escolar: primeiro, a eficácia do protocolo de conferência de delegas e verificação de identidades; segundo, a importância da comunicação imediata com os pais e com as forças policiais. A ação rápida dos profissionais da escola impediu o que poderia evoluir para um crime de maior gravidade.
Em termos de procedimento investigativo, a polícia deverá analisar imagens de circuito interno, coletar relatos de funcionários e demais responsáveis presentes no momento e verificar registros prévios que possam relacionar a mulher a outros incidentes. Os pais que apresentaram a queixa aguardam desdobramentos e reforçam pedido por medidas que aumentem a segurança dentro e fora das unidades escolares.
Esta redação mantém o acompanhamento do caso, com cruzamento de fontes e verificação das atas e comunicações oficiais, e atualizará as informações assim que novos dados forem confirmados pelas autoridades competentes.






















