Por Giulliano Martini — Apuração in loco e cruzamento de fontes. Um pacote lacrado contendo aproximadamente 62 kg de haxixe foi localizado e apreendido ao longo da costa de Curinga, município da província de Catanzaro, na fronteira com o território de Vibo Valentia. A operação foi conduzida pela Capitaneria di porto di Vibo Valentia em colaboração com o Ufficio Locale Marittimo di Pizzo.
O artefato encontrado apresentava-se bem selado e dividido em vários tabletes. Com o suporte técnico e pericial da Guardia di Finanza di Lamezia Terme, as amostras foram submetidas a testes específicos que qualificaram a substância como hashish, com peso total estimado em cerca de 62 kg.
As equipes atuaram seguindo procedimentos de segurança e cadeia de custódia, recolhendo o material para os exames de praxe. Do fato foi informada a autoridade judicial competente, a Procura di Lamezia Terme, que tomou ciência do episódio e coordenará as investigações subsequentes.
Fontes oficiais consultadas por este correspondente apontam que o pacote não apresentava sinalização comercial ou indicativos claros de origem. As circunstâncias do encalhe — horário, maré e possíveis rotas de vindo — serão objeto de investigação para estabelecer se se tratou de descarte deliberado, perda no transporte ou tentativa de introdução do produto pelo litoral.
O emprego conjunto da Capitania e do Ufficio Locale Marittimo com a Guardia di Finanza segue a rotina de vigilância costeira contra o tráfico de entorpecentes, prática que nos últimos anos tem exigido maior coordenação entre órgãos marítimos e fiscais. O reforço das atividades de patrulha e a troca de informações com magistratura local são ações destacadas pelas autoridades para mitigar a entrada de substâncias pelo perímetro litoral.
Este jornal continuará a acompanhar o caso com base no princípio da verificação factual: apuração direta, checagem junto às fontes institucionais e atualização imediata de eventuais desdobramentos. A operação em Curinga integra o conjunto de apreensões que compõem o mapa atual de pressão sobre rotas marítimas no sul da Itália, sem que, até o momento, tenham sido divulgados nomes de investigados ou prisões relacionadas ao achado.
Relatos adicionais e documentos oficiais foram solicitados à Capitaneria di porto di Vibo Valentia e à Guardia di Finanza di Lamezia Terme. Qualquer nova informação corroborada será publicada assim que disponível, mantendo a linha de reportagem baseada em fatos brutos e transparência institucional.






















