Fiumicino mantém a liderança europeia na qualidade dos serviços prestados aos passageiros pelo nono ano consecutivo, segundo avaliação do setor. O aeroporto Leonardo da Vinci, principal porta de entrada aérea na Itália, foi novamente reconhecido por padrões operacionais, atendimento e infraestrutura.
O resultado foi destacado por autoridades públicas e reguladores. A ministra do Turismo, Daniela Santanchè, avaliou o prêmio como “um resultado extraordinário que premia a excelência italiana e o trabalho de todos os profissionais que diariamente garantem uma experiência de viagem única aos nossos passageiros”. A declaração reforça o papel do aeroporto no ecossistema de mobilidade e turismo.
Também recebeu menção o aeroporto de Ciampino — Giovan Battista Pastine — que conquistou o reconhecimento na categoria dedicada a terminais com entre 2 e 5 milhões de viajantes, pelo terceiro ano consecutivo. “Um aplauso também ao aeroporto ‘Giovan Battista Pastine’ de Ciampino”, afirmou Santanchè, destacando o orgulho por ter duas infraestruturas italianas entre as melhores da Europa.
O presidente da autoridade de aviação civil, ENAC, Pierluigi Di Palma, comentou que “Roma Fiumicino é uma superstar no panorama aeroportuário europeu” e que a vitória repetida confirma “a excelência da principal porta de entrada na Itália, um cartão de visitas à altura do nosso Sistema País”, atribuindo o desempenho também a uma política consistente de investimentos aprovada pela própria ENAC.
O governador do Lácio, Francesco Rocca, qualificou o resultado como “motivo de grande orgulho para a Região Lazio”, interpretando-o como confirmação da qualidade do sistema aeroportuário regional e do papel central de Roma como ponto de acesso internacional ao país.
O subsecretário do Trabalho, Claudio Durigon, ressaltou que “o aeroporto de Roma Fiumicino se confirma uma excelência absoluta, pelo nono ano consecutivo em topo da classificação europeia”, e assinalou que os reconhecimentos obtidos por Fiumicino e Ciampino tornam o país ainda mais central no mapa de mobilidade internacional.
Da apuração in loco e do cruzamento de fontes setoriais, emerge um quadro de continuidade: investimentos em infraestrutura, políticas regulatórias e gestão operacional que sustentam o desempenho repetido de ambos os aeroportos. Fatos brutos indicam que a consistência nas melhorias de serviços — desde o check-in até as áreas comerciais e de segurança — é determinante para a manutenção das posições no ranking.
Em termos práticos, a repetição do reconhecimento para o Leonardo da Vinci reforça a imagem de Roma como hub estratégico para passageiros internacionais e domésticos. Para Ciampino, o prêmio na sua categoria sinaliza eficiência em operações voltadas a fluxos médios de passageiros, ponto relevante para companhias de menor porte e voos regionais.
Relato direto, sem ruído: os prêmios reforçam a trajetória de ambos os aeroportos, mas também colocam a responsabilidade sobre gestores e autoridades para que os investimentos e a manutenção de padrões de serviço avancem, acompanhando o crescimento do tráfego e as exigências de qualidade do passageiro moderno.






















