Deslizamento em Niscemi, na província de Caltanissetta, provocou o colapso de uma palazzina de três andares que já estava em risco há dias. O edifício ficava no bairro Sante Croci, na borda do deslizamento, dentro da área classificada como zona vermelha.
Chove de forma contínua desde a manhã no território, o que agravou a instabilidade do terreno e acelerou novos desprendimentos. Há relatos de fortes ruídos e abalos registrados no próprio front do deslizamento há dois dias, sinais que haviam alertado a população sobre a possibilidade de agravamento da situação.
Em verificação de campo e apuração in loco, as forças de segurança e a proteção civil confirmaram que o frente de ruptura se estende por aproximadamente 4 km, colocando em risco bairros inteiros da cidade. Nas últimas 48 horas, novas porções de solo e trechos de edificações se desagregaram, ampliando a área afetada. Imagens de drone, cruzadas com relatórios técnicos, mostram o avanço do deslizamento e a progressão dos colapsos ao longo da crista da encosta.
As autoridades mantêm o controle da área com policiamento e equipes da proteção civil. Até o momento, mais de 1.000 pessoas foram evacuadas preventivamente de imóveis em risco. O monitoramento da colina prossegue de maneira intensiva: instrumentos geotécnicos e observadores no terreno monitoram deslocamentos, fissuras e alterações hidrológicas que possam indicar novas fraturas.
Fontes oficiais informam que, apesar do colapso da palazzina de três andares, não há ainda confirmação pública sobre vítimas fatais; operações de verificação e buscas priorizam a segurança das equipes diante do risco de novos deslizamentos. Equipes municipais e regionais estão avaliando pontos críticos e estudam rotas de acesso e possíveis abrigo temporário para os deslocados.
Do ponto de vista técnico, o cenário combina precipitação persistente, solo já comprometido por movimentos anteriores e máxima tensão no coroamento da encosta — elementos que, conforme especialistas consultados, aumentam a probabilidade de rupturas progressivas. O meu trabalho se baseou no cruzamento de fontes oficiais, imagens aéreas e relatos locais para oferecer um raio-x preciso da situação.
As orientações divulgadas pelas autoridades seguem sendo: evitar a circulação nas áreas delimitadas como perigosas, acatar ordens de evacuação e manter-se informado pelos canais oficiais da prefeitura e da proteção civil. A realidade traduzida por dados brutos e verificação no terreno indica que a emergência em Niscemi permanece ativa e sujeita a evolução rápida conforme a persistência das chuvas.
Seguiremos acompanhando e atualizando com informações verificadas assim que novos boletins oficiais estiverem disponíveis.






















