Em apuração in loco e cruzamento de fontes policiais, foi confirmada a prisão da mãe da menina de 2 anos encontrada morta em Bordighera, na província de Imperia, Ligúria. A mulher foi detida sob a acusação de homicídio preterintencional após exames iniciais do corpo da criança indicarem inconsistências no relato apresentado às autoridades.
Segundo informações obtidas junto aos carabinieri que conduziram a investigação preliminar, a mãe teria dito, em seus primeiros depoimentos, que os hematomas no corpo da criança eram consequência de uma queda pelas escadas ocorrida alguns dias antes. A versão, no entanto, foi contestada pela primeira inspeção do médico legista, que identificou sinais e lesões incompatíveis com a dinâmica narrada.
No local, equipes do 118 e da Croce Rossa de Bordighera realizaram esforços de ressuscitação; mesmo assim, os socorristas constataram o óbito da menor. A ocorrência foi registrada e passou imediatamente ao escrutínio dos investigadores responsáveis, que solicitaram exames complementares e formalizaram a prisão da mãe.
Em respeito à apuração técnica, as autoridades mantêm sigilo sobre detalhes específicos dos laudos e sobre o teor dos depoimentos enquanto prosseguem as perícias. A prisão por homicídio preterintencional indica que, segundo a autoridade policial, há elementos que permitem caracterizar um resultado mais grave do que uma mera negligência, sem, contudo, envolver necessariamente a intenção direta de matar — definição que deverá ser confirmada ou refinada ao longo das investigações e do processo judicial.
Fontes oficiais informaram que as diligências seguirão com análise detalhada das circunstâncias em que a criança viveu nas horas e dias que antecederam a descoberta do corpo, incluindo a verificação de depoimentos, imagens e quaisquer registros clínicos disponíveis. O rigor técnico adotado pelo aparato investigativo, segundo os responsáveis, visa garantir que o resultado do inquérito reflita apenas os fatos brutos comprovados por perícia e prova documental.
O caso provocou mobilização imediata dos serviços de emergência e das forças de segurança locais. A comunidade de Bordighera acompanha o desenrolar do caso, ao mesmo tempo em que as autoridades pedem que não haja disseminação de informações não verificadas até que as apurações avancem.
Este é um relato factual da ocorrência baseado em dados oficiais e no trabalho de campo das equipes de investigação e perícia. Novas informações serão incorporadas à medida que o processo avançar e novas confirmações forem divulgadas pelas autoridades competentes.






















