Relatório parcial das autópsias realizadas no Instituto de Medicina Legal do Verano aponta que os pais de Claudio Carlomagno, Pasquale Carlomagno e Maria Messenio, morreram por asfixia. A constatação, obtida após exame necroscópico hoje, corrobora a hipótese inicial de suicídio por enforcamento no interior da garagem da residência do casal, em via Tevere, Anguillara, nos arredores de Roma.
Fontes oficiais informaram, após apuração in loco e cruzamento de fontes, que o quadro apresentado pelas necropsias é parcial e ainda sujeito a complementos periciais. Não houve, até o momento, indícios de colisões externas que contrariem a tese do enforcamento, mas as investigações prosseguem para confirmar todas as circunstâncias e excluir qualquer versão alternativa.
Paralelamente, está marcada para amanhã audiência no tribunal para menores de Roma, em via dei Bresciani, para decidir a colocação da criança de 10 anos, fruto do relacionamento entre Claudio Carlomagno e Federica Torzullo. O magistrado deverá escolher entre a entrega do menor aos avós maternos ou a sua temporária inserção em uma casa família protegida, medida prevista para resguardar o melhor interesse da criança até a conclusão das apurações.
Nas próximas 24 horas está previsto um novo minucioso sopralluogo dos Carabinieri do Nucleo Investigativo de Ostia, com o apoio técnico-do RIS de Roma. As inspeções não se limitarão à vila onde ocorreu o homicídio de Federica Torzullo, mas também incluirão a empresa vinculada ao investigado e o veículo de Claudio Carlomagno. Os peritos deverão realizar uma ampla repertazione de vestígios e análises complementares, com atenção especial à busca da arma do crime — cujo rinvenimento ainda não foi confirmado — e a exames digitais do sistema CarPlay do automóvel.
Investigadores ressaltam que novos elementos podem emergir do confronto entre vestígios materiais, registros eletrônicos e depoimentos. Entre as possíveis linhas de trabalho está a verificação de eventuais contatos, trajetos e comportamentos registrados no veículo que possam esclarecer movimentos anteriores ao delitto. A atuação dos peritos terá caráter técnico e meticuloso: procedimento padrão em operações que exigem isolamento e preservação da cena, além do cruzamento de dados forenses.
Até a conclusão das diligências, as autoridades mantêm sigilo parcial sobre detalhes operacionais para não comprometer a colheita de provas. O contexto permanece sensível: um homicídio em ambiente doméstico que já resultou em perdas adicionais na família investigada. O relato oficial enfatiza a necessidade de cautela e de confirmação de todos os dados antes de qualquer afirmação conclusiva.
Seguiremos com atualização continuada: apuração in loco, cruzamento de fontes e entrega dos fatos brutos que a realidade traduz. A Espresso Italia acompanhará o desenrolar das perícias e da audiência no tribunal dos menores, reportando qualquer evolução verificável pelas fontes judiciais e policiais.






















