Patty Pravo volta ao centro das atenções no circuito de Sanremo. Em nota de bastidores da conferência de imprensa do festival, foi registrada a frase de Amadeus: “Meloni? Vem se compra o bilhete”. A presidente do Conselho respondeu com frieza: “É FantaSanremo, eu faço o meu trabalho”. Na agenda do festival, a participação de Lollobrigida está marcada para quarta-feira. Em meio a isso, republicamos a entrevista concedida por Patty Pravo em julho de 2025 — agora em foco para o Sanremo 2026.
Na conversa, a cantora faz declarações diretas e factualistas: “Experimentei todas as drogas, exceto cocaína. Cirurgia plástica? Apenas algumas injeções.” Esses são fatos declarados pela artista, registrados em primeira mão e aqui apresentados sem rodeios, após o cruzamento de citações e checagem das afirmações originais.
A seguir, o trecho principal da entrevista, reproduzido em formato de perguntas e respostas, mantendo as informações brutas relatadas pela própria artista.
P: Patty Pravo ou Nicoletta Strambelli?
R: “Nasci e permaneço Nicoletta, anzi Nicola.”
P: Nicola?
R: “Me chamo com o nome de um tio que morreu ao se atirar de uma barragem. Na verdade, me chamo Nicola Strambelli.”
P: Não lhe parece estranho ter um nome masculino?
R: “Não. Para todos eu era a Nina… Mudar o nome das pessoas é um capricho veneziano. Nina vinha de ‘bambina’, uma coisa terna.”
P: Que lembranças guarda da infância em Venezia?
R: “Nasci e cresci em Dorsoduro: fui uma criança de espírito livre porque convivi com uma avó livre. Ela saia às cinco da manhã para comprar o jornal. Foi uma infância maravilhosa.”
P: Onde estavam seus pais?
R: “Minha mãe era frágil. Hoje chamaríamos o quadro de depressão pós-parto. Naquele tempo, as pessoas diziam simplesmente que ela não estava em condição de me criar.”
P: Isso lhe faltou?
R: “De modo nenhum. A avó entendeu que tipo eu era: a ausência de uma família tradicional eliminou as preocupações burguesas. Mais adiante, com o sucesso, foi nocivo não ter uma família para aconselhar. Nunca tive regras: minha regra foi não ter regras.”
P: Sonhava em deixar Veneza?
R: “Não — era uma vida boa. Íamos a pé, nos conhecíamos todos. Só deixei quando morreu meu avô.”
P: O casamento de Bezos incomodou uma veneziana?
R: “De modo algum. Melhor que cheguem ricos e ajudem: somos invadidos por turistas que não respeitam a cidade. Bezos não pareceu fazer isso.”
P: Teria se casado com ele?
R: “Nunca se sabe…”
P: Já se casou cinco vezes?
R: “Verdade, mas não era eu que insistia no matrimônio: eram os outros. Para mim, casada ou não, pouco mudava.”
P: Primeiro amor?
R: “Aos 16 anos, por meu baterista Gordon Fagetter. Antes eu tocava com músicos romanos; depois chegou um grupo inglês. Ele tinha um ano a menos. Fomos muito tempo juntos; tínhamos um pequeno ático com terraço e éramos felizes. Viajamos o mundo: o sucesso veio cedo.”
P: Como chegou ao Piper?
R: “Cheguei aos 15 por acaso. Um amigo disse que havia um lugar em Roma onde tocavam artistas ingleses e americanos: pegamos um Fusca e partimos.”
Além das memórias, a cantora confirmou um ponto que voltou a circular: está vinculada a um homem 43 anos mais jovem — e afirma que fez a primeira investida. É uma declaração direta, parte do conjunto de fatos públicos que a artista trouxe à entrevista.
Apuração em foco: a entrevista foi coletada e republicada com base no material original de julho de 2025, agora destacado pelo contexto do festival de 2026. As citações acima são apresentadas como foram relatadas pela cantora, sem extrapolações. Cruzamento de fontes e reconstrução cronológica foram empregados para preservar a fidelidade dos fatos.
Observação editorial: declarações sobre uso de drogas e intervenções estéticas foram reproduzidas conforme a própria artista as assumiu. Qualquer análise adicional demandaria fontes médicas ou legais específicas não disponíveis no conteúdo original.






















