Square Enix e NHN PlayArt anunciaram oficialmente Dissidia Duellum Final Fantasy, um novo capítulo da franquia crossover que chega em março aos dispositivos iOS e Android. O jogo reposiciona ícones como Cloud Strife e Lightning em uma versão contemporânea de Tóquio, renderizada em estilo cel-shading, e aposta em arenas competitivas 3v3 com mecânicas que priorizam o combate contra chefes de grande porte.
Ao contrário dos modos tradicionais do gênero, a proposta central de Dissidia Duellum é a corrida entre equipes para derrotar enormes boss antes que o adversário o faça. Essa dinâmica transforma cada partida em uma espécie de circuito coordenado: as equipes precisam gerenciar papéis — do combate corpo a corpo ao suporte e à mobilidade — e sincronizar ataques para maximizar eficiência contra alvos comuns.
O sistema de combate organiza personagens em funções específicas, permitindo que jogadores escolham perfis mais focados em dano direto, em apoio tático ou em mobilidade. Essa separação funcional cria uma arquitetura de jogo semelhante a um sistema nervoso cooperativo, onde fluxo de dados e ações coordenadas determinam o resultado. As habilidades poderão ser customizadas através de um conjunto de ilustrações inéditas produzidas por um grupo de artistas de destaque, conferindo identidade visual e variações estratégicas aos personagens.
Para adaptar a experiência à mobilidade, as mecânicas de ação foram simplificadas, sem sacrificar a profundidade tática. Haverá também uma camada narrativa que explora o cotidiano dos protagonistas na cidade moderna: episódios em formato de mensagens tipo chat e diálogos totalmente dublados em japonês prometem inserir o jogador no cotidiano desses personagens, como se estivéssemos acompanhando o fluxo urbano de uma megalópole.
A personalização estética é componente central: além dos trajes clássicos, os guerreiros poderão ser vestidos com roupas urbanas contemporâneas, reforçando o contraste entre legado da franquia e a nova ambientação. A trilha sonora recupera temas históricos do repertório da série, funcionando como uma infraestrutura sonora que liga memória e presente.
As pré-registrações já estão abertas tanto na App Store quanto no Google Play, facilitando o acesso antecipado de jogadores interessados em participar do lançamento. Como analista, vejo neste lançamento uma integração cuidadosa entre narrativa, estética e mecânica — um exemplo de como franquias consolidadas podem ser “reconectadas” às camadas digitais do mundo contemporâneo, transformando o universo de Final Fantasy em uma malha urbana jogável.
Fique atento: a chegada em março coloca Dissidia Duellum Final Fantasy na linha de frente das novas ofertas mobile de grande escala, onde estratégia de equipe e velocidade na execução são tão cruciais quanto a performance individual.
Riccardo Neri — Espresso Italia






















