Neste domingo, às 15h30, o Verissimo volta a ser o espelho televisivo das pequenas e grandes histórias que cruzam a cultura pop e a vida cotidiana. No centro do salão de entrevistas, a anfitriã Silvia Toffanin conduz um painel diverso de convidados cujas narrativas vão do palco musical às dores íntimas que pedem respostas.
A lenda da canção italiana Rita Pavone estará no programa para um encontro que promete ser não apenas uma celebração da trajetória artística, mas também um exame delicado da memória cultural que artistas veteranos carregam consigo: sua voz como arquivo vivo de gerações. Ao seu lado, na véspera de uma data significativa, Fiordaliso compartilha lembranças e reflexões — a presença de cantoras com histórias longas funciona como um reframe da nossa relação com o tempo e com a própria ideia de celebridade.
Em outro segmento, o estúdio recebe a primeira entrevista em dupla de Rocco Casalino com seu companheiro Alejandro. Esse momento público de casal explora a semiótica do íntimo em cena: como a exposição afeta identidades e narrativas afetivas quando o palco é uma emissora de massa.
Também marcam presença Rosita Celentano e Rossella Brescia, figuras cujo percurso transita entre televisão, teatro e dança, oferecendo ao público diferentes leituras sobre carreira e reinvenção. A atração segue com a história recente de amor entre Helena Prestes e Javier Martinez, casal nascido no confinamento do Grande Fratello; o primeiro aniversário da relação será tema para explorar como o romance televisivo se projeta para além do reality, transformando espectadores em testemunhas de um processo afetivo.
Fechando o bloco com uma nota dura e necessária, Sabrina e Luca, pais de Alex Marangon, oferecem um depoimento doloroso e em busca de verdade. Alex, de 25 anos, morreu em junho de 2024 na província de Treviso em circunstâncias que ainda são pouco claras. A presença dos familiares no Verissimo traduz o papel do programa como fórum público onde a dor privada cobra esclarecimentos e onde o relato pessoal convoca uma investigação moral coletiva.
Mais do que uma sucessão de entrevistas, a edição deste domingo funciona como um roteiro oculto do nosso tempo: artistas que representam memórias culturais, casais que redefinem a exposição emocional e famílias que exigem explicações. Silvia Toffanin, com sua elegante curiosidade, age como tradutora desse conjunto de vozes — cada entrevista é uma cena que ilumina, por reflexo, um fragmento maior do cenário social.
Se você busca entender por que determinadas histórias emergem no centro da atenção pública, Verissimo oferece, às 15h30, uma síntese em formato de salão: histórias que entretêm, repercutem e, sobretudo, questionam. É um convite a olhar além da superfície e a perceber o eco cultural que essas presenças provocam.






















