Malpensa foi o ponto de chegada de Marta Tami, uma das cerca de 200 estudantes retidas em Dubai nos últimos dias após o início das operações militares dos EUA e de Israel contra o Irã e a subsequente reação de Teerã direcionada a países do Golfo. Em declaração aos repórteres, a jovem de Pavia descreveu o retorno como “um percurso longo, porém mais rápido do que esperávamos” e ressaltou que, durante todo o episódio, o grupo “não foi deixado sozinho”.
“Agora estou bem. Foi uma viagem longa, mas mais veloz do que pensei. Medo? Nem tanto: estávamos seguros, tudo estava sob controle, inclusive o sistema de segurança dos Emirados Árabes”, afirmou Marta. A estudante destacou a atuação dos coordenadores presentes no local: “Os tutores foram excepcionais. A Wsc geriu a situação de maneira impecável, não nos abandonaram nem por um momento”.
No relato à imprensa, Marta detalhou o momento em que soou o primeiro alerta: “Quando o primeiro alarme disparou, não sabíamos o que estava acontecendo e ficamos assustados. Depois, com as informações que recebemos, nos acalmamos”. Ela também destacou a comunicação contínua com os familiares: “Fiquei em contato com a minha família o tempo todo”.
À chegada ao terminal de Malpensa, a estudante foi recebida pelos pais, pelo namorado e pela avó. O reencontro, descrito por Marta como “um momento carregado de emoção”, foi marcado por abraços e pela entrega de um buquê de flores. Fontes presenciais confirmaram que o grupo de estudantes passou por checagens de rotina e acompanhamento de familiares antes de deixar o aeroporto.
Apuração técnica e cruzamento de fontes indicam que o contingente estudantil permanece sob observação das autoridades consulares, que continuam avaliando o quadro de segurança nos Emirados e eventuais necessidades de repatriação adicionais. Fontes oficiais comunicaram que procedimentos de evacuação e assistência foram ativados assim que a crise se agravou, com coordenação de operadores privados e serviços locais para o abrigo seguro dos jovens.
O caso dos estudantes retidos em Dubai coloca em foco a logística de proteção de cidadãos em áreas de tensão. Especialistas consultados por esta redação apontam que a presença de estruturas de segurança dos Emirados e a intervenção de organizações contratadas por famílias e instituições educacionais foram cruciais para mitigar riscos imediatos.
Registro final: Marta voltou em segurança, agradeceu o suporte recebido e ressaltou a combinação entre informação, coordenação e suporte humano como fatores determinantes para que o episódio resultasse em desfecho sem feridos. Continuaremos a acompanhar o desdobramento do episódio e a cruzar dados com consulados e autoridades para reportar eventuais desdobramentos.






















