Nesta quarta serata do Sanremo 2026, o público volta a ter papel decisivo: o televoto será aberto para toda a plateia televisiva escolher as melhores interpretações das covers apresentadas pelos 30 Big, que sobem ao palco com convidados para reinterpretar clássicos e revelar novos recortes de identidade artística.
Do ponto de vista do resultado final, o mecanismo é claro: o televoto pesa 34% na composição da nota desta noite; os demais percentuais ficam divididos em 33% pela sala de imprensa, tv e web, e 33% pelas rádios. Quando a votação for encerrada, será elaborada uma classificação e o artista que ficar em primeiro lugar será proclamado vencedor da serata dedicada às covers.
Quem pode votar: apenas maiores de idade. O custo máximo informado é de 0,51 euro por chamada e 0,50 euro por mensagem. Em cada sessão de voto, é possível expressar até três preferências — ou seja, de cada número de telefone, seja fixo ou móvel, você poderá votar até três vezes.
Importante: no início da transmissão, Carlo Conti anunciará o código atribuído a cada artista. Esse código deve ser inserido obrigatoriamente no momento da votação para que o voto seja considerado válido. Anote ou salve o código do seu intérprete favorito assim que for divulgado — é o pequeno gesto técnico que define quem ecoará mais alto no placar.
O ritual do voto, especialmente numa noite de covers, tem mais significado do que aparenta. Enquanto assistimos a releituras que funcionam como espelhos da memória coletiva e do repertório afetivo, o ato de votar traduz um juízo estético que também carrega lealdades e narrativas pessoais. É no cruzamento entre escolha sentimental e cifra técnica do televoto que se constrói o resultado — e a própria geografia cultural que o festival mapeia.
Se você busca praticidade: prepare seu telefone, confira créditos (no caso de ligações ou envio de SMS pagos), e tenha em mãos a lista de códigos assim que Carlo Conti a divulgar. Não invente códigos nem confie em fontes não oficiais: o único método seguro é o anunciado pela direção do festival durante a transmissão.
Atualizaremos este texto com a lista completa dos códigos dos cantores assim que forem divulgados em palco. Enquanto isso, acompanhe a abertura da programação e reflita: a noite de covers não é apenas um desfile de canções alheias, é um reframe do repertório coletivo, uma pequena cartografia do que escolhemos lembrar e como preferimos ser representados culturalmente.
Boa votação — e que a interpretação que dialogar melhor com o nosso tempo vença.






















