Apuração in loco, cruzamento de fontes e fatos brutos: é assim que se descreve a presença de Ludovica Pagani no Festival de Sanremo. Com atuação concentrada entre Cologno al Serio e o palco do Teatro Ariston, a influenciadora italiana desembarcou no evento apresentando um tripé de projetos que visam mapear a indústria musical por dentro e dar voz aos bastidores que movem o mercado.
Dados verificados: Pagani conta com cerca de 4 milhões de seguidores no Instagram e 1 milhão no TikTok. Além de influenciadora, exerce funções como condutora e DJ, e mantém relacionamento com o jogador da Roma, Stephan El Shaarawy — com as nozes já anunciadas publicamente. No entanto, sua presença em Sanremo não se limitou ao aspecto pessoal; a jornalista cruzou fontes e apresentou três formatos distintos durante o festival.
O primeiro é o projeto editorial “Business behind music”, anunciado pela própria Pagani em vídeo nas redes. Em parceria com Forbes Italia e Warner Music Italy, a proposta é analisar o setor além do palco: entrevistas com executivos, números, estratégias de marketing e o ecossistema que sustenta a cadeia musical italiana. Entre os primeiros entrevistados, confirmamos Eugenio Scotto (One Shot Agency), Isabella Maggi (diretora de marketing e comunicação do Grupo Gattinoni) e Samuele Frosio (CEO da RSG Italia), profissionais cujas declarações ajudam a entender as engrenagens comerciais do festival.
O segundo formato concentra-se nos intérpretes presentes no Ariston, sob a bandeira da Warner Records. Já passaram pelo estúdio de Pagani nomes como Francesco Renga, Levante e Luchè. A apresentadora não esconde sua preferência afetiva: declarou torcida pública por Elettra Lamborghini, com quem cultivou amizade após encontro em evento alguns anos atrás. Após a primeira noite de apresentações, Pagani reafirmou sua predileção por “Voilà”, canção de Elettra que exalta o amor, citando também “Male necessario” de Fedez e Marco Masini entre os destaques que receberam acolhimento da plateia e da crítica inicial (classificação provisória da sala de imprensa, TV e web).
O terceiro eixo é a versão itinerante de seu projeto pessoal: “Casa Pagani a casa tua”, nascida em 2020. Para Sanremo, Pagani optou por gravar em locações locais, mantendo o formato de conversar com convidados sobre temas diversos. A primeira entrevistada nessa sequência foi Aida Yespica. A apresentadora adianta ainda uma reformulação do formato clássico para breve retorno em nova versão.
No plano acadêmico e de interesses, Pagani é formada em Management e matriculada em Psicologia. Em entrevistas anteriores, declarou interesse por produções de true crime, mencionando Elisa True Crime como referência e apontando admiração pela criminóloga Roberta Bruzzone — informação que ajuda a contextualizar sua curadoria editorial e escolhas temáticas.
Conclusão técnica: a ação de Ludovica Pagani em Sanremo combina estratégia de conteúdo, networking nos bastidores e presença editorial. O resultado é um mosaico informativo que privilegia o entendimento do negócio musical e a exposição controlada de preferências pessoais, com foco em entrevistas e análise de mercado. Relato feito com verificação de fontes e apuração direta.






















