Com tom direto e apuração precisa, a Università Lum Giuseppe DeGennaro promove, na manhã de segunda-feira 23 de fevereiro de 2026, um debate público que coloca a justiça italiana “no bivô”. O evento, intitulado «La giustizia italiana al bivio», terá início às 10h na Aula Rossi e reúne representantes técnicos e políticos para discutir o referendo confirmativo relativo à lei constitucional sobre as normas em matéria de ordenamento giurisdizionale e de instituição da Corte disciplinare.
Após os saudações e a introdução do reitor Antonello Garzoni, a programação prevê apresentações institucionais de Riccardo Figliolia, identificado como Segretario Generale Confimi Industria BaBifg, e de Massimo Melpignano, Responsabile nazionale Konsumer Italia. Essas exposições terão caráter informativo, oferecendo um quadro das implicações econômicas e sociais das mudanças propostas.
No eixo central do confronto estarão as posições opostas sobre o texto constitucional. Pelo Comitato do Sì, intervirá o viceministro alla Giustizia Francesco Paolo Sisto; pelo Comitato del No, a intervenção ficará a cargo da professora Donatella Curtotti, ordinaria de Procedura Penale e Prorettrice dell’Università di Foggia. A sessão pública prevê perguntas e respostas (Q&A) com a plateia — um espaço previsto para o cruzamento de fontes e para o esclarecimento de dúvidas técnicas e jurídicas.
O encerramento do encontro está marcado para a intervenção do professor Massimiliano Lanzi, especialista em Direito Penal, que fará um resumo crítico dos pontos centrais do debate: competências jurisdicionais, mecanismos disciplinares e os possíveis efeitos sobre a independência e a responsabilização dos magistrados. A moderação ficará a cargo do jornalista Antonio Bucci.
Trata-se de um debate que reúne atores institucionais, acadêmicos e representantes da sociedade civil num momento em que a reforma judicial volta ao centro do calendário político. O referendo confirmativo sobre a alteração constitucional relativa à instituição da Corte disciplinare coloca questões técnicas — como a definição das competências e dos procedimentos disciplinares — e questões de fundo, entre elas o equilíbrio entre independência do Judiciário e mecanismos de responsabilização.
Do ponto de vista jornalístico, o formato do evento privilegia o confronto direto: exposições iniciais, réplicas e uma sessão de Q&A que deve permitir o exame dos fatos brutos e das consequências práticas da norma. Para quem acompanha o processo constitucional, o encontro é uma oportunidade de ouvir, em estreita sucessão, argumentos jurídicos e visões políticas que irão orientar o voto no referendo.
Informações práticas: data e hora — 23/02/2026, 10h; local — Aula Rossi, Università Lum Giuseppe DeGennaro; organizadores e moderador — reitor Antonello Garzoni e jornalista Antonio Bucci; principais intervenientes — Francesco Paolo Sisto (Comitato del Sì), Donatella Curtotti (Comitato del No), Massimiliano Lanzi (conclusão), Riccardo Figliolia e Massimo Melpignano (apresentações).
O caráter público e técnico do debate torna-o relevante para operadores do Direito, estudantes, representantes de categorias profissionais e cidadãos que buscam informação direta e verificada. A cobertura seguirá critérios de verificação e cruzamento de fontes, com foco na clareza das implicações jurídicas e institucionais do texto submetido ao referendo.






















