Melissa Satta voltou a falar sobre seu relacionamento com Carlo Gussalli Beretta durante sua participação no programa Verissimo, apresentado por Silvia Toffanin, no dia 14 de fevereiro. Em um tom sereno e reflexivo, a modelo descreveu este momento da vida como um capítulo de tranquilidade e realização pessoal, onde o afeto encontra terreno fértil para crescer.
“Spero sarà per sempre” — palavras simples que soam como um desejo sincero e discreto de quem constrói uma história sem pressa. Melissa afirmou estar vivendo um período de grande serenidade: “Hoje me sinto realmente feliz: estou vivendo um período de grande serenidade e não poderia desejar mais. Estou plenamente satisfeita com meu relacionamento e com cada passo que demos juntos.”
Ao falar sobre as dinâmicas familiares e o papel de parceiro, ela foi clara: ao seu lado há alguém que a sustenta, que a aceita como mulher e como mãe. “Ele me respeita profundamente e se importa muito com Maddox (seu filho com Kevin-Prince Boateng): é sempre o primeiro a se preocupar com ele. Quem está ao meu lado deve amar a mim, mas antes de tudo meu filho.”
O que encanta nessa fala é o equilíbrio entre afetividade íntima e responsabilidade afetiva — quase como um roteiro pensado para dar espaço tanto ao desejo quanto ao cuidado. Melissa falou também sobre o futuro com pragmatismo esperançoso: “Espero realmente que seja uma história destinada a durar para sempre, porque não poderia pedir melhor. Vivo tudo com serenidade: estou tão realizada como pessoa, mãe e companheira que, aconteça o que acontecer, me sinto feliz. Se um dia ele me fizer uma proposta importante, eu estaria pronta, porque estou bem assim.”
Enquanto muitos celebridades transformam relações em espetáculo, a declaração de Melissa Satta funciona como um contracampo: um refrão de normalidade onde o amor se mede em estabilidade e reciprocidade. É um pequeno manifesto sobre o que significa construir afeto no século XXI — um eco cultural que ressoa com a ideia de escolher, experimentar, aprender e, enfim, se comprometer sem perder de vista o papel central das responsabilidades parentais.
Como observadora do nosso tempo, penso nessa declaração como uma cena reveladora do roteiro oculto da vida pública contemporânea: a busca por autenticidade em meio a luzes de estúdio e feeds brilhantes. Melissa não apenas celebra um sentimento; ela traça os contornos de um projeto de vida em que o amor e o cuidado se articulam como coprodutores de sentido. E, se o amor é um filme, aqui há paciência de autor e confiança no desfecho.
Imagem mental: um plano médio em que os gestos e os silêncios dizem tanto quanto as palavras — e, nesse enquadramento, Melissa parece pronta para o próximo ato.






















