NVIDIA lançou uma promoção direcionada aos compradores das novas GPUs da linha GeForce RTX 50: a aquisição de hardware selecionado passa a incluir uma cópia digital de Resident Evil Requiem. A iniciativa chega num momento em que a fabricante também estende o suporte do sistema de upscaling por IA, o DLSS 4, incluindo a funcionalidade de Multi Frame Generation (MFG) em vários títulos com calendário de lançamento apertado.
A promoção cobre compras de placas gráficas avulsas, desktops pré-montados e notebooks equipados com as GPUs RTX 5090, RTX 5080, RTX 5070 Ti e RTX 5070. O bundle está disponível através de revendedores físicos e lojas online participantes e permite o resgate de uma cópia do jogo na plataforma Steam. Em termos práticos, a ação pretende demonstrar o ganho de desempenho e a vantagem de qualidade visual que a nova arquitetura entrega em um título de grande apelo.
Do ponto de vista técnico, o foco se volta para o DLSS 4, que usa camadas de inteligência para multiplicar o frame rate sem comprometer a nitidez percebida — uma espécie de infraestrutura invisível que otimiza o tráfego de pixels, como se fosse um sistema nervoso que reúne e distribui impulsos para manter a fluidez. A NVIDIA também permite que usuários atualizem para o DLSS 4.5 Super Resolution por meio do aplicativo dedicado, oferecendo ajustes finos na limpeza da imagem e no balanço entre fidelidade e performance.
Entre os títulos que recebem suporte estão:
- Yakuza Kiwami 3 & Dark Ties — previsto para 11 de fevereiro; contará com Frame Generation nativo e Super Resolution, com possibilidade de upgrade via NVIDIA App;
- High On Life 2 — shooter da Squanch Games, com lançamento em 13 de fevereiro e suporte a DLSS 4 e Multi Frame Generation desde o dia um, visando estabilidade de frames em cenas de alta intensidade;
- REANIMAL — novo jogo da Tarsier Studios, também com estreia em 13 de fevereiro; oferecerá DLSS Super Resolution e DLAA para usuários que priorizam a máxima fidelidade de imagem ao invés de ganho de performance.
O ecossistema NVIDIA segue apostando na customização por software como alicerce para extrair o máximo da arquitetura: por meio do aplicativo proprietáro, jogadores e integradores conseguem forçar atualizações nas bibliotecas gráficas e ativar modos que transformam uma experiência padrão em uma sessão otimizada, quase como reconfigurar o roteamento em uma malha de energia digital.
Como analista focado em infraestrutura digital, é relevante notar que essas movimentações não são apenas vitrines de marketing: ampliam a utilidade marginal do hardware já instalado nas cidades digitais. Cada atualização de DLSS atua como um refinamento nas camadas inferiores da pilha gráfica, reduzindo custo de processamento por frame e, indiretamente, impactando consumo de energia e a escalabilidade de estações de jogo e serviços baseados em GPU na Europa.
Resumindo, a promoção do bundle de Resident Evil Requiem com as RTX 50 e a expansão do DLSS 4 com Multi Frame Generation refletem uma estratégia técnica e comercial integrada: mostrar ganhos concretos de performance, ampliar a compatibilidade de jogos e consolidar o papel do software como componente essencial da infraestrutura gráfica contemporânea.






















