Por Chiara Lombardi — Em um diálogo que mistura delicadeza e clareza estilística, Pamela Camassa falou publicamente pela primeira vez sobre seu novo relacionamento com Stefano Russo. A modelo e personalidade, convidada do programa La volta buona de Caterina Balivo, descreveu a nova fase com palavras que soam ao mesmo tempo íntimas e simbólicas: está “serena” e “feliz”. Ao contar como nasceu essa afinidade, usou uma metáfora esportiva que revela mais do que um gosto pelo exercício — é um reflexo do nosso tempo: “una bella partita di padel”.
O encontro entre Pamela Camassa e Stefano Russo aconteceu num campo de padel, e a própria Pamela comentou com leveza: “Jogamos juntos, eu sou mais forte do que ele”, brincou, conservando a discrição sobre detalhes íntimos do relacionamento. A imagem que se forma não é apenas de um romance, mas de um roteiro social contemporâneo onde o esporte é palco de novos encontros e reconfigurações afetivas — um pequeno cenário de transformação que traduz como nos relacionamos hoje.
O romance emergiu publicamente em novembro, quando os dois foram fotografados pelo semanal Chi em um conhecido clube esportivo romano. Nas semanas seguintes, foi a própria Pamela quem confirmou a aproximação nas redes: uma selfie no Instagram com um sorriso ao lado de Stefano serviu como anúncio discreto, porém explícito.
O contexto dessa nova história pessoal é a separação de Pamela Camassa e Filippo Bisciglia, após 17 anos juntos. A ruptura, comunicada por ambos nas redes sociais no último verão, foi anunciada com palavras de afeto e respeito mútuo: “Depois de 17 anos intensos e cheios de vida juntos, eu e Filippo decidimos seguir caminhos diferentes, embora nos queiramos muito bem”, escreveu Pamela. Bisciglia, apresentador conhecido por seu trabalho em Temptation Island, publicou mensagem semelhante.
Enquanto a comunicação pública foi pautada pela elegância e pela reciprocidade, a nova etapa de Pamela com Stefano oferece um material simbólico interessante para quem observa o zeitgeist: o namoro que nasce num clube de padel fala sobre comunidade, visibilidade e os novos rituais do encontro adulto. É também uma pequena narrativa que reescreve expectativas sociais ao conjugar privacidade e exposição — o roteiro oculto da sociedade contemporânea, mostrado com sutileza por figuras públicas que sabem manejar a própria imagem.
Em suma, o que vemos não é apenas a confirmação de um novo caso de amor, mas um reflexo das formas pelas quais nos reencontramos: em partidas, em espaços compartilhados, no entrelaçar de vidas que prosseguem, se reconfiguram e se narram. Como observadora cultural, sigo atenta ao que essas histórias dizem sobre identidade e memória coletiva — e Pamela Camassa, nesse novo ato, parece mais serena do que nunca.






















