Por Chiara Lombardi — No cenário de transformação da televisão e da cultura pop, a relação entre Andrea Delogu e Nikita Perotti volta a falar ao público não como tabloide, mas como um pequeno espelho do nosso tempo: a química de palco que se torna amizade sólida e suscita interpretações diversas.
Convidado hoje no programa La volta buona, Nikita Perotti retomou comentários sobre seu vínculo com a apresentadora Andrea Delogu, sua parceira de dança no celebérrimo Ballando con le stelle, onde juntos alcançaram o triunfo. A lembrança mais comentada veio de uma recente entrevista de Andrea Delogu no podcast de Gianluca Gazzoli, Passa dal BSMT, quando ela admitiu que raramente os homens tomam a iniciativa com ela.
No sofá de La volta buona, Nikita Perotti comentou com um sorriso e uma honestidade quase cinematográfica: “Se você vê Andrea Delogu pela primeira vez, te falta o fôlego e perde a fala. Eu só consegui porque sou um garoto e porque era o seu professor”. A frase funciona como um refrão — bonita, direta e reveladora — que reforça a ideia de que a presença pública de uma pessoa pode agir como um verdadeiro roteiro que hipnotiza plateias e colegas.
É importante ressaltar que o laço entre os dois permanece uma amizade forte e reconhecida, embora, em passado recente, alguns tenham especulado sobre um possível romance. Hoje, Andrea Delogu está namorando Alessandro Marziali, que já foi apresentado pessoalmente a Nikita Perotti. Sobre ele, Perotti foi sucinto e elegante: “É simpático, gosto dele ao lado dela” — uma declaração que reencena, em palavras, a cortesia civil que falta muitas vezes ao universo das celebridades.
Além disso, Nikita Perotti deixou uma nota sobre uma possível conexão com outra figura televisiva: Greta, professora do programa L’Eredità. O encontro ocorreu durante La porta magica, onde conversaram e combinaram a intenção de criar uma coreografia juntos. Perotti foi franco: “Se eu estivesse namorado, diria sem problemas” — uma linha que, mais uma vez, desdramatiza flertes e os recoloca na esfera do trabalho e da colaboração artística.
O episódio é, na sua própria leveza, um convite a pensar sobre como interpretamos sinais de intimidade pública. A dança, como metáfora, é o roteiro oculto da sociedade: movimentos que supervisionamos com fascínio, que muitas vezes confundem aquilo que é cena com aquilo que é vida. A história de Andrea Delogu e Nikita Perotti nos lembra que, no palco e fora dele, a narrativa pública pode ser tão potente quanto a privada, mas nem sempre corresponde ao enredo que imaginamos.
Em suma, o encontro recente confirma a dinâmica clássica entre espetáculo e realidade — onde a química performática vira matéria-prima para interpretações, mas a verdade cotidiana segue suas próprias coreografias, discretas e firmes.

















