Por Giulliano Martini — Apuração in loco e cruzamento de fontes apontam para um quadro de desaparecimento que mobiliza autoridades e moradores em Sulmona. Desde o dia 30 de janeiro não se têm notícias de Mary D’Artista, 48 anos, funcionária de uma Rsa local. Fontes oficiais confirmam que, a partir dessa data, não há registos telefónicos nem pegadas digitais em plataformas online que indiquem a sua localização.
O carro da mulher foi localizado estacionado na cidade. No interior do veículo, as equipes encontraram diversos pertences pessoais — um dado que a investigação trata como relevante, sem, contudo, permitir conclusões precipitadas. A ausência de sinais informáticos e telefónicos, aliada à descoberta do automóvel com objetos da desaparecida, motivou a abertura de inquérito pela Procura de Sulmona, que delegou as buscas à polícia.
Em campo, as forças policiais realizam varreduras e inquirem testemunhas, aplicando métodos clássicos de investigação: perícia no veículo, cruzamento de dados telefónicos anteriores ao desaparecimento, verificação de imagens de câmeras públicas e privadas e entrevistas com colegas de trabalho e familiares. A linha investigativa permanece aberta e multidisciplinar, com ênfase na verificação de todos os fatos brutos antes de qualquer interpretação pública.
Nas últimas horas, circulou nas redes sociais um apelo de um parente que reside em Raiano, município vizinho. No mesmo comunicado, a família lembrou que, no ano anterior, um tio materno de Mary sofreu um acidente doméstico fatal em Raiano — informação que consta nos relatos familiares e que, até o momento, não foi ligada oficialmente pela investigação ao desaparecimento. A polícia, por sua vez, não confirmou vínculos entre os eventos e procede com cautela, evitando especulações.
O caso mantém a comunidade local em estado de atenção. Testemunhas relatam mobilização de vizinhos e buscas informais, mas as autoridades solicitam que qualquer informação relevante seja comunicada diretamente à delegacia responsável, para não comprometer a investigação.
O acompanhamento jornalístico segue a lógica da reportagem pura: apuração in loco, cruzamento de fontes institucionais e familiares, e relatório contínuo sobre as ações da polícia e da Procura de Sulmona. A prioridade segue sendo a reconstrução cronológica dos últimos movimentos conhecidos de Mary D’Artista e a verificação técnica de vestígios materiais e digitais.
Em nome da clareza e da precisão, manteremos esta matéria atualizada assim que novas informações oficiais forem disponibilizadas. A Espresso Italia recomenda cautela com boatos e reitera a importância de depoimentos formais às autoridades competentes para o avanço das investigações.






















