Apuração in loco e cruzamento de fontes indicam que um assaltante foi ferido pela polícia em uma troca de tiros na área de Rogoredo, em Milão. O incidente ocorreu por volta das 14h30 e envolve a subtração de uma arma de serviço a um vigilante, seguida de confronto direto com unidades de intervenção rápida.
Segundo a primeira reconstrução dos fatos, um homem — identificado como cidadão chinês de 30 anos e em situação irregular na Itália — abordou nas ruas um vigilante particular de 50 anos que seguia a pé para o trabalho. A vítima foi agredida com um bastão e teve a sua arma de serviço, uma Walther PP99, levada pelo agressor. O vigilante acionou imediatamente a central, informando que o suspeito havia fugido com a arma.
A central operativa della questura difundiu a descrição do suspeito e as patrulhas intensificaram o policiamento na região. Em patrulhamento por Piazza Federico Mistral, quatro agentes das UOPI — unidades operativas di pronto intervento — localizaram o homem em uma viatura com as cores da polícia em deslocamento pela praça.
Ao avistar a viatura policial, o suspeito disparou ao menos três vezes contra o veículo, acertando o blindado. Diante da agressão, os agentes revidaram com tiros. O agressor foi atingido no rosto e em uma das omoplatas. A ação da polícia interrompeu imediatamente a ameaça; nenhum policial foi ferido.
O ferido foi socorrido e conduzido ao Hospital Niguarda, onde permanece internado em estado grave. As autoridades informaram que o disparo inicial contra a viatura partiu da arma subtraída ao vigilante, conforme testemunhos e o primeiro levantamento no local.
Fontes policiais confirmam que a intervenção das UOPI ocorreu em conformidade com os protocolos de resposta a ameaça armada. O caso agora está sob investigação para esclarecer a dinâmica completa dos eventos, o percurso do suspeito entre o assalto e a interceptação e as circunstâncias precisas dos disparos.
Para além do ferido, não há registo de outras vítimas físicas. As equipes da polícia científica realizaram perícia no local e recolheram elementos que serão integrados ao inquérito. O nome do vigilante não foi divulgado; também não há, até o momento, confirmação de detenção formal do suspeito devido ao quadro clínico em que se encontra.
Este é um relato baseado em fatos brutos e verificados até o momento, com a exigência de novas confirmações oficiais. A cobertura seguirá acompanhando as atualizações do hospital Niguarda e dos órgãos de segurança pública, com cruzamento de fontes e foco na clareza dos elementos.






















