Em uma conversa que ilumina caminhos para a indústria alimentar, Lucia Gramigna, R&D Oils and Fats Manager da Unigrà, reafirmou o papel central do óleo de palma sustentável como ingrediente estratégico. A declaração foi feita durante o seminário organizado pela União Italiana para o Óleo de Palma Sustentável (Uiops) e pela Associação Italiana da Indústria Oleária (Assitol), realizado no âmbito do Sigep, em Rimini, encontro internacional dedicado a gelato, pastry & chocolate, coffee, bakery e pizza.
No evento, foi também apresentado o Position Paper “Óleo de palma sustentável: nutrição e segurança alimentar“, adotado recentemente pelo Comitê Técnico-Científico da Uiops. O documento busca lançar um feixe de luz sobre evidências científicas e práticas de produção que garantem qualidade, estabilidade e segurança do óleo de palma quando produzido e refinado segundo padrões rigorosos.
Gramigna explicou que o óleo de palma disponível à indústria italiana passa por um extenso processo de refinação. “Durante esse processo, todos os passos são monitorados com extremo rigor para assegurar ao consumidor um óleo neutro, estável e seguro sob todos os pontos de vista”, disse ela, trazendo confiança e clareza ao diálogo técnico e público. Essas palavras refletem o compromisso da indústria com controles que preservam tanto a integridade do produto quanto a saúde dos consumidores.
Como representante de uma empresa que transforma e comercializa óleos, gorduras alimentares, margarinas e semielaborados, Gramigna destacou ainda a contribuição da Unigrà no aprimoramento dos usos do óleo de palma: “Produzimos óleo de palma refinado e uma série de produtos que o utilizam, propondo formulações em que as vantagens deste ingrediente são plenamente valorizadas graças à qualidade assegurada pelos nossos processos”.
Ao pensar o futuro, é possível perceber o óleo de palma sustentável como elemento que semeia inovação nas prateleiras e nas mesas: por sua versatilidade tecnológica e estabilidade organoléptica ao longo do tempo, permite aplicações diversas — tanto em usos diretos quanto em ingredientes transformados — e favorece eficiência produtiva sem renegar segurança e controle.
Essa conversa no Sigep não é apenas técnica: é um convite para iluminar novos caminhos na cadeia alimentar. Ao reforçar práticas de refinação controladas, padrões de sustentabilidade e comunicação transparente, empresas como a Unigrà ajudam a cultivar valores que consolidam tanto a confiança do consumidor quanto a sustentabilidade empresarial. Há, aqui, um horizonte límpido onde inovação e responsabilidade caminham lado a lado.
Enquanto o setor segue debatendo políticas, certificações e avanços científicos, a firmeza dos controles industriais e o compromisso com padrões reconhecidos permanecem como pilares. O Position Paper da Uiops e as palavras de Gramigna funcionam como faróis: orientam um debate necessário, ancorado em evidências, para que o óleo de palma sustentável continue a ser uma solução segura, técnica e economicamente relevante para a indústria alimentar.






















