Tragédia registrada em Vibo Valentia: uma criança de aproximadamente dois anos e meio morreu nesta terça-feira após engasgar com um wurstel. Segundo relato das autoridades e informações preliminares obtidas junto ao hospital, os pais transportaram a menina ao Pronto Socorro municipal em caráter de urgência por fortes dificuldades respiratórias.
Ao chegar à unidade, a criança foi recebida em arresto cardio-respiratório. As equipes médicas da emergência e do setor de Rianimazione realizaram manobras de reanimação e tentativas de desobstrução das vias aéreas, mas os esforços não cessaram o quadro crítico. A paciente foi declarada morta no hospital após as intervenções terem se mostrado ineficazes.
Fontes hospitalares sob condição de anonimato confirmaram que o corpo estranho — identificado pelos familiares como um wurstel — teria ficado preso na garganta, impedindo a passagem de ar. Equipes médicas aplicaram protocolos de emergência, incluindo manobras de desobstrução e suporte avançado de vida, sem sucesso.
Do ponto de vista judicial, a Procuradoria de Vibo Valentia, chefiada pelo procurador Camillo Falco, já avalia a abertura de um inquérito para apurar as circunstâncias da morte. A iniciativa visa recolher depoimentos, examinar prontuários e eventuais imagens das câmeras do hospital, além de determinar se há necessidade de autópsia ou outras diligências periciais.
Em operações deste tipo, a investigação costuma focar em três eixos: a dinâmica do engasgo relatada pelos responsáveis, a resposta pré-hospitalar e de emergência e a sequência de ações praticadas no interior da unidade de saúde. O objetivo é estabelecer um quadro fático que permita esclarecer se houve falha assistencial ou se a morte ocorreu por evento imprevisível e rápido demais para intervenção.
Apuração in loco e cruzamento de fontes foram acionados para verificar horários, declarações dos pais e procedimentos adotados pelas equipes. Até o momento, não há informações sobre responsabilizações ou medidas cautelares adotadas pelas autoridades. Familiares preferiram manter silêncio, em choque pelo ocorrido.
Casos de sufocamento por alimentos em crianças pequenas reiniciam o debate sobre prevenção: especialistas recomendam supervisão constante durante as refeições, corte dos alimentos em pedaços adequados à faixa etária e treinamento básico em manobras de desobstrução para cuidadores. A recomendação das instituições de saúde é, sempre, procurar atendimento médico imediato quando há sinais de comprometimento respiratório.
Este é um relato baseado em fatos brutos verificados até o momento. A redação prossegue com o acompanhamento do caso e atualizará o conteúdo conforme a Procuradoria e o hospital disponibilizarem novos elementos ou conclua-se o inquérito.






















